As novas tecnologias a as reais necessidades




   O mundo atual desenvolve a cada dia novas tecnologias que prometem melhorar a qualidade de vida das pessoas, resignificar as necessidades e criar tendências inovadores. Na realidade, apesar da disponibilidade das novas tecnologias, muitas vezes falta ainda acessibilidade a elas. Ou então elas não atendem as necessidades biológicas mais básicas. Outras, porém, impactam positivamente os cidadãos e trazem benefícios sociais, econômicos e ambientais. Espera-se que se tenha uma conexão entre as reais demandas e a progressão de novas invenções.

   O mercado cria suas próprias demandas e a ciência desenvolve os produtos nas diferentes áreas, desde a agricultura e medicina até a robótica e nanotecnologia. Algumas tecnologias foram capazes de mudar a vida das pessoas, como as impressoras 3D, a edição dos genes humanos, o estoque e a produção de energia solar, processos menos onerosos de dessalinização e a internet das coisas (VEJA AQUI), enquanto outras não surtem efeito algum no dia-a-dia dos cidadãos.

   Algumas tendências tecnológicas integram máquinas e homens e tornam tênue a linha entre eles. Alguns especialistas afirmam que estamos entrando na Era do Transumanismo e revelaram cinco tendências tecnológicas que vão tornando invisíveis as distinções entre eles, que são a inteligência artificial democratizada, ecossistemas digitais, biohacking, experiências imersivas transparentes e infraestrutura onipresente (SAIBA MAIS AQUI).

   Mesmo com tantas perspectivas tecnológicas e tendências estrategistas, diretores de inovação e de pesquisa e desenvolvimento, empreendedores, desenvolvedores de mercados globais e pesquisadores ainda não conseguiram desenvolver softwares ou aplicativos que fossem capazes de resolver problemas mundiais elementares e urgentes. É o caso do desperdício de alimentos, que assombra as nações e impossibilita acabar com a fome (ACESSE A NOTÍCIA). Além de terem de lidar com o desafio de fazer com que a tecnologia não substitua o ser humano.

   Não se trata apenas de desenvolver robôs capazes de desempenhar funções fantásticas, mas de não os deixar que nos substituam. Segundo um relatório do Institute For The Future, publicado em 2018, aproximadamente 85% dos empregos que existirão em 2030 ainda não foram inventados. Apesar do futuro incerto das profissões, já se é possível pensar em dois grupos de competências profissionais chamadas Soft Skills, que englobam Comunicação e Adaptabilidade, ou seja, competências comportamentais e subjetivas das pessoas e as Hard Skills, que abrangem Matemática e Domínio de um idioma e dizem respeito às competências técnicas como execução de tarefas (O FUTURO DAS COISAS).

   Em ambos os casos, a nova geração deve se atualizar e se adaptar aos novos mercados de trabalho para desenvolver as competências exigidas. De qualquer forma, o avanço da tecnologia no mundo pode mostrar incertezas como também pode trazer soluções para a humanidade dependendo do objetivo que se quer traçar, lembrando sempre das reais necessidades. 



Profa. Fernanda de Freitas Borges


Elaborado por Profª Fernanda  |  Desenvolvido por Comunicação Fatec Jaboticabal
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